Tirada em Bilbao, usando um filme Provia.
Rotor Rotulaciones
- 08/01/2012
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- Tags cor, filme, rua
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Nathan, irmão da Letícia (foto do post anterior). Usei um dos meus filmes favoritos, o Kodak Portra 160 VC, Lente 24-105L.
Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.
Às vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na eterna mutação da natureza.
Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:
Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.
William Shakespeare, trad. Bárbara Heliodora
Usando filme TMax 400, com a 28-90mm da Canon (aquela que distorce até a antimatéria). A foto foi tirada do cemitério de Inhaúma, de onde fui corrido por um segurança por conta de babaquice de não poder tirar foto em cemitério – só aqui no Brasil mesmo. Deve ser por causa da péssima conservação do lugar, onde vemos túmulos violados, ossos aparecendo… coisa de 5º mundo. Deveriam ir rapidinho em Buenos Aires e ver o cemitério da Recoleta pra ver se tomam vergonha na cara.
Não sei por que eu ainda não tinha postado aqui essa foto. É o tipo de foto toda errada que eu adoro. Tirada num dos meus rolos de Ilford XP2 vencidão.
Um abraço é uma casa.
Bebel com o primo Gustavo. Essa foto já tem uns dois anos, acho. Tirada com a 50mm f1.8 da Canon, filme TriX puxado para 800. Essa fiz questão de ampliar no processo analógico.
Esta foto tirada há uns dois anos. É uma daquelas que ficam me atormentando… gosto, não sei por que, mas tenho consciência de que não há nada de especial nela. Ou tem?
Ela não está focada, mas a foto é sobre ela, a menina. É simples, com um quê de sensualidade. Só a rua é perene. O resto, é tudo fugaz… sua vida, seus pensamentos e sua juventude, contida ali naquelas meias 3/4.
Mais uma centrada em janelas. Já disse que gosto de janelas, não é? Tirada em Paraty, com a Oly. Até rimou.
Tirada na praia de São Gonçalo, em Paraty, com a 5D + 24-105. Eram dois garotos, que pegaram o barquinho para sair de um ponto da praia para outro.
Esta foto foi tirada em uma fazenda de Paraty, a Murycana. É uma espécie de fazenda-museu, que hoje é engenho de aguardente, mas foi no passado casa de farinha e cafezal. Serve ao propósito de mostrar como era uma fazenda antigamente; a casa grande (onde foi tirada essa foto, mais precisamente no que seria o quarto principal) dá uma idéia de como era a vida na época. Infelizmente, no geral, a fazenda é mal conservada. Foto tirada com a Canon 5D, usando a 35mm.
Eu sou fascinado pela fachada dessa casa, pois essa bagunça toda me parece muito bela. Curiosamente, hoje mesmo passei em frente a ela e praticamente tudo foi ajeitado: retiraram as plantas, a caixa de correio está corretamente colocada; o local está bem mais apresentável, embora tenha perdido, creio, aquela magia. Foto tirada com a Oly.
Eu sempre gostei de gatos, embora só tenha tido uns em casa em tempo de infância. São extremamente graciosos e independentes. Notei recentemente que tenho várias fotos de gatos, porque é irresistível fotografá-los. Estava a caminho do trabalho quando vi esse gato na janela; quando saquei a câmera, ele fez essa pose e logo depois saltou. Foto tirada com a Oly.
Bônus: a bandeira do mengão.
Passeando pelo centro histórico de Paraty à noite, vimos essa cadela à porta de um restaurante, esperando pacientemente que alguém lhe desse algo para comer. Teve um fotógrafo ali que ficou tirando várias fotos dela também e ficou me atrapalhando, ainda que involuntariamente. Usei a Oly. Não está um primor de nitidez, como eu gosto, mas as condições de luz eram adversas.
Tirada em Paraty, com a lente 24-105, digital. Não pude deixar de notar este girassol enquanto passeava pelo centro histórico da cidade. Recortei essa imagem no (para mim) incomum formato 4×5.
Gabriela, à esquerda, e Isabel, à direita. Elas amam brincar, é sempre gostoso vê-las juntas. Essa foto foi tirada na festa de aniversário da Gabi, com a Canon, usando a 35mm. Digital.
Foto da Pietra, que tirei depois de chegar do trabalho. É muito difícil tirar foto de um animal em situação de pouca luz, porque essas pestes não param quietas. A foto não está nítida como eu gostaria, mas a expressão valeu, especialmente pela lambida no nariz. Tirada com a Oly; repare que não me preocupei muito com a suavização de ruído, porque não acho que tenha influenciado negativamente na foto.
Meu sobrinho, Pedro, que é uma fofura de garoto… ele quis porque quis comprar esse óculos de natação, vai entender. Tirada com a Oly.